FarCry 3 (Platina #20)
Atualizado: 12 de dez. de 2021
Far Cry 3 me chamou a atenção por ser um FPS, logo, por ser um dos gêneros que mais jogo, recebeu um lugar na minha lista de jogos a serem jogados. Mesmo que existisse esse interesse algo me fazia deixar o jogo de lado: o fato de ser um jogo “mundo aberto”, o que na minha visão tornaria a experiência chata e monótona. O jogo foi lançado em 2012, porém, só fui jogá-lo no final de 2013 pela primeira vez.
A primeira experiência com o game foi no modo coop, e meus amigos, foi algo surpreendente. Nessa época ainda não havia os “battle royales”, mas nesse jogo, a experiência em jogar em “call” foi incrivelmente divertida. Mesmo assim, após passar a febre do coop acabei abandonando o jogo. Como sempre fui um cara de “aproveitar as promos” na psn, vi Far Cry 3 para Ps4 por 10 reais. Resolvi dar uma chance para o jogo e o resultado foi uma correção histórica. Digo isso porque não ter zerado esse game no ps3 no mínimo foi uma falta de sensibilidade. O jogo é realmente maravilhoso (e falo isso em 2021, imagina em 2012?). Não sou um gamer que dá tanta importância ao gráfico, contudo, para a época que foi feito, o jogo tem gráficos realmente bons. Demorei um pouco para me adaptar a mecânica de tiro e crafts, mas, nada que prejudicasse a gameplay.

Ao longo da jornada é plenamente possível a adaptação. Você será Jason Brody, que junto com seus amigos, irmãos e namorada, se perdem na ilha e você precisa ajuda-los (e se ajudar) na fuga desse local. Dentro da ilha em que se passa o jogo tudo pode te matar a qualquer momento: seja um predador, algum inimigo ou mesmo uma curva mal feita em um penhasco. Por tanto, esteja sempre alerta! A história do jogo coloca Vaas como o grande vilão e realmente ele o é. Mas algo me surpreendeu: há um “comandante” (Hoyt) por trás das ações do Vaas, o que na minha visão o torna “menor” em importância dentro da história do game. Mesmo com esse detalhe, com a mais absoluta certeza, creio que Vaas seja o grande nome do jogo.
Outro incômodo foi a maneira de confrontar e por consequência derrotar Vaas e Hoyt. Não achei legal a batalha rolar como se fosse um devaneio ou que isso estivesse ocorrendo em outra dimensão. Talvez seja uma má compreensão de minha parte para o que os criadores e desenvolvedores pensaram para esses momentos capitais da história do jogo. Em outros momentos isso também ocorre, por exemplo, quando há um encontro com a Citra no templo.
Em relação a platina, acredito que seja um dos jogos mais justo que platinei. Não é necessário explorar 100% de todas as coisas existentes na ilha, pelo contrário, alguns troféus exigem 50% de itens (como as relíquias, por exemplo). O jogo indica possibilidades em que mesmo após a platina, o jogador possa continuar se divertindo com o game se quiser. Os Exemplos referentes a isso seriam as entregas de suprimentos, as “caçadas” a animais que estão importunando habitantes da ilha ou mesmo as missões de “procurado”. Para a platina não é necessário realizar todas essas missões secundárias.
Obviamente, há alguns troféus “chatos” para a platina. Nessa estante acredito que os troféus de “ganhar todas as tatuagens”, “cartas dos perdidos”, “cartões de memória” e “liberar todos os postos avançados da ilha” são os mais demorados. Mas cá entre nós, se você estiver atrás desses troféus com toda a certeza é porque você está adorando o jogo. Se você não jogou, jogue sem medo. Far Cry 3 vai te prender primeiramente pela história e posteriormente pelo desafio. Na avaliação do Metacritic, Far Cry 3 recebeu nota 88. Já dos na visão dos usuários do Metacritic o jogo recebeu a nota 8.3.
Vamos a crítica Set Nerdic. Como sempre, avalio o game em 4 aspectos: Trilha Sonora/Sons do Game (Marcante, boa, horrorosa), Gameplay (Sensacional/Imersiva, Ok/Joguei de boas, Me senti “Sei lá”/Chatão), Mecânicas (Respondem muito bem/Intuitivas, Adaptável, Complicadas), o game é atemporal? (Envelheceu bem, envelheceu mal) vamos ver a nota de Far Cry 3: Trilha Sonora – Boa (7,5) – Não é a parte principal, porém, os sons do game te transportam realmente para uma ilha, principalmente o sons dos animais. Gameplay – Imersiva (9,5) – O medo é constante: você pode sofrer um ataque a qualquer momento (seja por um carro desgovernado ou por um animal selvagem). Você pode achar a “AI” desse jogo “burra”. Verdade. Mas, tente passar por um acampamento no modo "stealth. Mecânicas – Adaptável (7,5) – E a nota baixa aqui, pois, tive grande dificuldade com o sistema de disparos no jogo. Consegui me adaptar bem quando já havia terminado mais de 80% do jogo. Minha adaptação no Far Cry 4, por exemplo, foi extremamente rápida. O Game é Atemporal ? – Envelheceu bem (9) – O jogo envelheceu tão bem que ganhou uma versão para Playstation 4. Mesmo assim, lá no ps3 ele já dava indícios de ser um daqueles games de fim de geração que aproveitaram muito bem os recursos do seu console. O resultado da análise da crítica Set_Nerdic é de 8,4 (somando as notas e dividindo por 4) Por hoje é isso. Aquele abraço e até a próxima!
Fontes das imagens:
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